Passada mais uma edição do Rock in Rio posso afirmar com todas as letras que o festival desse ano amadureceu e caminhou para um outro nível de entretenimento.

A vibe desse ano estava incrível, diferente de todos os anos anteriores

A música estava fazendo a ligação com tudo o que estava acontecendo nova Cidade do Rock, que agora tem cerca de 300 mil metros quadrados (três vezes maior que a anterior). Pude viver uma experiência multissensorial no festival desse ano. E quando falo em experiência multissensorial é porque era o que realmente estava acontecendo por todos os lados: visão, audição, olfato, paladar, tato… sei lá quantos sentidos nós temos, mas todos estavam sendo instigados o tempo todo.

Geeks, Nerds, Youtubers e Cosplayers

Uma grande sacada foram as áreas destinadas ao digital, a Game XP e o Digital Stage. Espaços destinados a um público diferente e bastante exigente. Youtubers, Geeks, Nerds e até Cosplayers marcaram presença em peso, coisa que eu só tinha visto em festivais alternativos e eventos do gênero. Vi uma galerinha que estava lá só por causa desses espaços e atrações. A internet é realmente um fenômeno e trazer o mundo deles ao festival foi uma grande ideia. Tudo com a assinatura da CCXP – Comic Con Experience, maior Comic Con do mundo.

E-Sports

Outro fenômeno é o E-sports e até a NBA se fez presente, fazendo os visitantes baterem uma bolinha virtual e real, com direito a realidade aumentada (parece que o Rock in Rio foi o primeiro no Brasil a disponibilizar essa tecnologia). A galera dos games não tinham do que reclamar.

Olfato, paladar e os velhos conhecidos

Até na loja de produtos oficiais você era envolvido por um cheiro ótimo vindo das roupas em exposição. Só não sei se esse ano teve aquelas apresentações de dançarinos dentro das lojas. Eu gostava daquilo.

Outra coisa que me surpreendeu foi a qualidade da comida. Tinha para todos os gostos, de pratos de chefs a comida vegana. Amigo, eu comi uma coxinha… isso mesmo: uma simples CO-XI-NHA! Maravilhosa!!! rs…

E sem contar os velhos conhecidos: tirolesa, montanha russa, roda gigante, street dance, eletrônica e a rock street, dessa vez acompanhada da rock district. O problema é que tem que ter muita disposição para andar lá dentro. Para se ter uma ideia, fui em dois dias do evento e não consegui conhecer tudo.

E os shows? Perfeitos!

As atrações que decidi assistir lavaram a alma, todas as bandas vibrando na mesma energia do evento. Adoro o palco Sunset e afirmo com toda convicção que os melhores shows acontecem ali. Você fica mais perto, o som bate mais, geralmente a maioria do público é de fãs da banda (no Palco Mundo rola uma mistura com fãs de outras bandas), então fica tudo mais intenso entre a plateia e os artistas. E só ver como a galera agita muito mais nos shows do Sunset.

“Ahh… mas eu vi pela tv e não foi isso tudo”

Amigo, experimenta bater uma foto da lua, com o seu celular, quando ela estiver gigante e linda e mostre para alguém. Então… não rola. Tem que ser ao vivo. São vários sentimentos envolvidos. Pergunte a quem foi.

Não dá para falar de tudo, senão o post ficaria gigantesco, mas acho que consegui passar a visão sobre a experiência multissensorial regada a música que o festival ofereceu.

A realidade é que a pluralidade de atrações coloca o Rock in Rio como um evento de entretenimento único e gigantesco. Que venha 2019!

P.s Esqueci do show de drones ao som orquestrado, os bichinhos são treinadinhos. Que maravilha!!!



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